segunda-feira, 11 de abril de 2016

‘Contos desencantados’ sobre crianças refugiadas estimulam o compartilhamento de atos de humanidade

Escultura do menino afogado                             Foto: AFP Photo / Mohammed Abed
As imagens do pequeno Aylan Kurdi morto em uma praia da Turquia viraram símbolo do pesadelo de refugiados. A história desencantada desse sírio-curdo de três anos reflete a vida de muitos outros meninos e meninas que lutam contra conflitos, perseguições e a pobreza, diariamente. Pensando nisso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lança, neste mês, uma série de animações para sensibilizar o mundo a respeito dos horrores que pelo menos 65 milhões de crianças e jovens deslocados vêm enfrentando.
O projeto, denominado Unfairy (Contos Desencantados ou Contos que não são de fadas), divulga três filmes, acompanhados de livros didáticos, sobre adolescentes que fogem da guerra na Síria. Os desenhos enfatizam que crianças são crianças não importam de onde venham, e que cada uma delas tem direitos e merece oportunidades justas.
As produções fazem parte da iniciativa #ActOfHumanity (#AtosDeHumanidade), que pretende mobilizar o público com mensagens nas redes sociais. “Para participar, basta compartilhar um ato de humanidade em relação a crianças e jovens refugiados e migrantes utilizando a hashtag #actofhumanity”, informa a agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
Direitos Humanos
Startup social de Nova Odessa (SP), voltada para as áreas de Educação e Comunicação Social, a Maestrello Consultoria Linguística utiliza-se dos contos de fadas para promover a Literatura e o Empreendedorismo socioambientais. “Essas histórias mexem com o imaginário da garotada, sensibilizando para a construção de um mundo melhor. A proposta dos ‘contos de fadas às avessas’, ao invés de já mostrar finais felizes, estimula-nos à cocriação de enredos que levarão a esse desfecho, na vida real”, ressalta a diretora executiva da empresa, Ana Lúcia Maestrello.
Num de seus atos de humanidade, a consultoria ministrou uma oficina gratuita de Empreendedorismo Socioambiental para os internos da Fundação Casa, de Piracicaba (SP), no Dia Internacional dos Direitos Humanos. Na ocasião, a palestrante Ana lembrou a canção Prelúdio, de Raul Seixas, para justificar sua atividade de construção coletiva do desenvolvimento sustentável: sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade.
Divulgação do filme 'Malak e o barco'
As animações
Um dos filmes – “Ivine e otravesseiro” – da série do Unicef reproduz a história da adolescente Ivine, de 14 anos, e de seu travesseiro. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine instala-se em um campo de refugiados na Alemanha apenas para enfrentar novos desafios. “Malak e o barco” conta a viagem de uma menina de sete anos num barco furado. A terceira animação descreve a história de Mustafa, de 13 anos, que depois de deixar sua casa, imagina quem restou para ser seu amigo.
“As histórias dessas três crianças não são incomuns. Em todo o mundo, pelo menos 65 milhões de crianças e jovens estão em movimento – fugindo de conflitos, pobreza ou climas extremos – em busca de uma vida mais estável e de um lugar que possam chamar de lar”, destaca a diretora global de Comunicação do fundo, Paloma Escudero.
O projeto foi elaborado e concebido em parceria com a agência 180LA e com a colaboração dos estúdios de animação Consulado, House of Colors, Bubba’s Chop Shop e Gilles+Cecilie Studio. A Media Monks ficou responsável por produzir o livro interativo.
          
     
Juan Piva
MTB – 67.378/SP
Assessoria de Comunicação
Maestrello Consultoria Linguística

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Dia Mundial da Saúde: Informação, Educação e Qualidade de Vida

Quem nunca pesquisou no Google sobre alguma doença? Pois é, se antes o site não garantia a veracidade das informações apresentadas nos links dessa busca, agora ele apresenta dados confiáveis, desenvolvidos por dezenas de médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.
“O ‘Doutor Google’ já diagnosticou e prescreveu muitas receitas. Infelizmente, até agravou o estado clínico de várias pessoas, que sofreram dobrado após navegarem por sites sem respaldo de especialistas. A parceria do buscador com o Albert Einstein é para ser celebrada neste Dia Mundial da Saúde - 7 de abril -, pois é um bom exemplo da união da Informação com a Educação, pela Qualidade de Vida”, afirma a educadora Ana Lúcia Maestrello.
Ao buscar por algo como “catapora” ou “sarampo”, por exemplo, o usuário verá um quadro especial no canto direito da tela de buscas com diversas informações sobre aquela doença, incluindo uma descrição e uma lista dos principais sintomas. Na parte inferior, sempre vemos a mesma fonte: Hospital Albert Einstein.
Por enquanto, o Google não revela exatamente quantas doenças estão dentro desse programa especial, dizendo apenas que são “centenas das doenças mais buscadas”. Talvez isso explique a presença da “dengue” e da “zika”, ambas em alta no noticiário do Brasil, mas a ausência da chikungunya, transmitida pelo mesmo mosquito Aedes Aegypti, mas ainda sem tanta atenção no país.
Segundo o site, o projeto nasceu há alguns anos com os seus engenheiros do escritório de Belo Horizonte, mas só foi lançado no ultime mês. Apesar disso, vale notar que a plataforma foi disseminada antes nos EUA.
O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948 pela Assembleia Mundial da Saúde, e tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional. A data foi estabelecida para coincidir com o dia de fundação da Organização Mundial da Saúde.
          
     
Juan Piva
MTB – 67.378/SP
Assessoria de Comunicação
Maestrello Consultoria Linguística

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Do jaú morto à divulgação de um manifesto por melhor gestão da água

Cerca de 50 participantes de um programa de Educação e Sensibilização Ambiental das bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) lançaram o “Manifesto de Alerta sobre a Gestão da Água”, em reunião realizada ontem (31), em Americana (SP). Promovido pelo Consórcio PCJ, em sua sede, o “2º Encontro do Projeto Gota d’Água 2016” contou com a presença da Maestrello Consultoria, que sugeriu à redação do documento a Educação Ambiental como item prioritário nas ações de gerenciamento dos recursos hídricos nessas regiões, com incentivo maior para o financiamento de iniciativas socioambientais de interesse público.
Presidida pela gerente técnica do órgão consultivo, Andréa Borges, a reunião debateu a gestão da água nas bacias - seus antecedentes, desafios e perspectivas futuras. Segundo ela, o início do movimento ambientalista em prol das regiões do PCJ se deu em 1985, com a morte de um grande jaú, devido à poluição do Rio Piracicaba, e seu enterro simbólico, realizado pelos piracicabanos. “A manifestação gerou a ‘Campanha Ano 2000 - Redenção Ecológica da Bacia do Rio Piracicaba’, fruto de um movimento da sociedade civil, que logo ganhou força política e caminhou para a criação do Consórcio PCJ, em 1989”, informou Andréa, em momento de sua palestra.
“Interessante notarmos que a mobilização popular pela morte de um peixe encaminhou a fundação do órgão que promove o projeto que estamos participando, o mesmo que hoje está lançando um alerta sobre a gestão da água de mais duas bacias, também fundamentais para nossa sobrevivência”, ressaltou a diretora executiva da empresa educacional novaodessense, Ana Lúcia Maestrello.
O manifesto apresenta diversas recomendações sobre como enfrentar os desafios da problemática da água e as ações necessárias para se precaver de futuras crises hídricas. O documento contém 11 sugestões de ações necessárias para o fortalecimento do sistema de gestão de recursos hídricos das bacias PCJ e três resoluções.
Entre as propostas, além da sugerida pela Maestrello, destacam-se: a universalização do saneamento básico, com o tratamento total de esgoto e redução das perdas hídricas para patamares recomendados pela Organização das Nações Unidas (ONU), ou seja, abaixo de 20%; o controle de uso e ocupação do solo, destacando a preocupação com a impermeabilização que compromete a recarga do lençol freático; a atualização dos planos de recursos hídricos, levando-se em conta a ocorrência de eventos hidrológicos extremos; a discussão ampla e sincera com a comunidade sobre o valor real da água; a construção de reservatórios municipais e bacias de retenção; incentivo para a troca de equipamentos antigos por mais modernos, que consomem menos água; e, por fim, o fortalecimento dos comitês de bacias e demais tipos de colegiados, associações e serviços comunitários preservacionistas e conservacionistas, conclamando-os a estarem atentos às propostas de alteração das legislações locais, estaduais e nacional na área de recursos hídricos, evitando que retrocessos possam ser cometidos.
As três recomendações atentam para a necessidade dos gestores públicos alcançarem a sustentabilidade financeira nos serviços de abastecimento, visando investimentos na área de saneamento ambiental para o cumprimento de metas de universalização e de proteção dos mananciais. Também se destaca a importância de implantação de fóruns de discussão de alteração na legislação de recursos hídricos para que o processo seja participativo, envolvendo toda a comunidade. E, por fim, o Consórcio PCJ conclama a participação do poder público, empresários, organizações sociais e comunidade em geral, para se mobilizarem em atender as recomendações expostas no “Manifesto de Alerta sobre a Gestão da Água”, com o objetivo de evitar riscos de desabastecimento em futuras crises hídricas.
Para o secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, o sistema de gerenciamento dos recursos hídricos tem um ano decisivo no que tange atualização de ações até então praticadas. “A crise hídrica nos trouxe novos ensinamentos, como o de aprender a lidar com os extremos, seja de secas intensas ou de excesso de chuva, que serão cada vez mais corriqueiros. Em paralelo a isso teremos um ano de grandes desafios na busca por consensos em torno das regras operativas do Sistema Cantareira, em que as mudanças que decidirmos poderão nortear a gestão em outras bacias hidrográficas do Brasil”, disse ele.
Lahóz também acredita que esses debates podem influenciar as propostas em discussão de alteração das legislações de recursos hídricos. “Esse assunto merece muita atenção da comunidade, para que retrocessos não ocorram frente aos avanços conquistados até hoje”, atentou o secretário.
Abaixo, leia na íntegra a redação aprovada na última quinta-feira:

MANIFESTO DE ALERTA SOBRE A GESTÃO DA ÁGUA

Os participantes do “Projeto Gota d’Água”, em reunião realizada na cidade de Americana/SP no dia 31 de março de 2016, após debaterem sobre os antecedentes, os desafios, e as perspectivas futuras da gestão da água nas Bacias PCJ, subscrevem o presente documento, considerando:
– Que as Bacias PCJ e Alto Tietê possuem alto estresse hídrico, não somente em épocas de estiagem, apresentando uma disponibilidade hídrica inferior à 1.500 m³/hab/ano, estabelecidos como mínimos pela ONU;
– Que a disponibilidade hídrica superficial das Bacias PCJ está próxima do seu limite, agravada pelos eventos climáticos extremos e ocupação desordenada do território, que compromete a recarga dos aquíferos e causa o desaparecimento contínuo de nascentes;
– Que nas Bacias PCJ os aquíferos subterrâneos possuem baixa disponibilidade hídrica frente às demandas, e que o Aquífero Guarani, por tratar-se de área de recarga, também não fornece grandes quantidades de água, gerando-se assim maior dependência regional dos recursos superficiais;
– Que continuam ocorrendo desmatamentos em áreas de nascentes e matas ciliares, dificultando o andamento dos projetos de recomposição florestal, conforme estabelecido pelas legislações;
– Que a média de tratamento dos esgotos coletados é de apenas 72% nas Bacias PCJ, sendo que grande parte dos municípios não coleta todo o esgoto gerado;
– Que os índices médios de perdas de água durante sua distribuição, pelos serviços de saneamento, ainda são superiores a 30%;
– Que existem dificuldades quanto à obtenção, em curto prazo, de novas fontes produtoras de água para o abastecimento das populações das Bacias PCJ e Alto Tietê, sendo que estudos apontam que estas regiões irão demandar, até 2035, mais 60 m³/s de água (o que corresponde a dois Sistemas Cantareira);
– Que a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) divulgaram, em 28/03/2016, o novo calendário oficial para a renovação da outorga do Sistema Cantareira, prevendo-se a conclusão do processo e definição das vazões de água que serão destinadas às regiões envolvidas para ocorrer até 31/05/2017;
– Que existem 33 projetos em trâmite na Câmara dos Deputados propondo alterações na Lei nº 9.433/97 (Política Nacional de Recursos Hídricos), assim como, um projeto encaminhado pelo Governador do Estado de São Paulo para revisão da Política Estadual de Recursos Hídricos (Lei nº 7.663/91).
PROPÕEM:
– Que todos os projetos voltados à gestão da água, inclusive obras e outras ações estruturais, incluam como item prioritário a educação ambiental, visto que as transformações necessárias para garantir a sustentabilidade almejada têm início na mudança do indivíduo como cidadão.
– Que seja lançado à toda população o desafio de mobilização sobre as reais disponibilidades hídricas de nossa região, atentando para a importância da elaboração de projetos que garantam a sustentabilidade hídrica e o consumo racional da água;
– Que seja incentivada a aquisição de equipamentos de uso racional e a instalação de sistemas de reuso e de armazenamento de água da chuva, reduzindo-se assim o consumo de água tratada para atividades menos nobres;
– Que sejam reforçados e valorizados os diversos tipos de colegiados, associações e serviços comunitários preservacionistas e conservacionistas;
– Que sejam priorizados recursos financeiros para o desenvolvimento de projetos em saneamento, buscando atingir a universalização dos serviços de coleta e tratamento de esgotos, destinação adequada dos resíduos sólidos e combate às perdas nos sistemas de distribuição de água;
– Que sejam aplicadas medidas necessárias de controle do processo de uso e ocupação do solo (desmatamento e impermeabilização), a fim de garantir a recarga das águas subterrâneas, tanto em áreas urbanas quanto rurais, e também o controle da qualidade da água distribuída à população, através do monitoramento contínuo pelos órgãos responsáveis.
– Que seja priorizada a execução de pequenos reservatórios rurais e municipais, a construção de estruturas para a realimentação de poços profundos desativados, entre outras alternativas, para que toda a água de chuva do verão possa ser armazenada e utilizada durante a época de estiagem, tornando as cidades mais resilientes aos eventos extremos;
– Que seja ampliado o debate sobre o gerenciamento dos recursos hídricos com a devida valorização da água e aplicação de tarifas reais nos serviços de abastecimento que permitam a manutenção e investimentos futuros, além de discutir os impactos da escassez hídrica no emprego e no desenvolvimento econômico;
– Que seja amplamente discutido e avaliado, pelos membros do Sistema de Gerenciamento dos Recursos Hídricos e comunidade em geral, o calendário de discussões proposto pelos órgãos gestores para a renovação da outorga do Sistema Cantareira, visando garantir a ampla participação dos interessados nas reuniões públicas, para que as opiniões e demandas de todos os usuários da água das regiões hidrográficas envolvidas possam ser externadas;
– Que sejam estudadas minuciosamente cada uma das propostas de atualização de leis voltadas à gestão dos recursos hídricos que estão em andamento, para que sejam analisados os impactos dessas alterações e rejeitadas àquelas que se revelem contrárias ao Sistema de Gerenciamento dos Recursos Hídricos já instituído e consolidado, tendo como base o princípio do “não retrocesso” como garantia dos avanços já alcançados;
– Que as atualizações dos Planos de Recursos Hídricos levem em conta o gerenciamento de eventos hidrológicos extremos e seus impactos às cidades, indústrias e áreas rurais.
RESOLVEM:
– Conclamar as autoridades, gestores públicos, empresários, ONGs e comunidade em geral, para a efetivação de medidas que possam, no curto, médio e longo prazos, reduzir os riscos aqui apresentados, visando equacionar as deficiências hídricas, e implantar um processo de “mudança cultural” no trato com a água, na tentativa de se evitar crises agudas envolvendo os recursos hídricos e o meio ambiente, com conseqüências sobre a qualidade de vida da população e para o desenvolvimento da região;
– Destacar para os gestores públicos o quão importante é alcançar a sustentabilidade financeira dos serviços de saneamento municipais, o que permitiria o cumprimento das ações necessárias na área de saneamento ambiental e também a participação em campanhas de recuperação das nascentes, reuso da água e combate ao desperdício de tão precioso produto;
– Alertar os Comitês de Bacias, Conselhos e demais colegiados quanto à necessidade de estarem atentos às propostas de alterações das políticas de recursos hídricos, criando fóruns de discussão permanentes para garantir que todo o processo seja participativo e que vise o real aprimoramento das legislações e não o seu fracasso.
Participam do Projeto Gota d’Água do Consórcio PCJ: representantes das Secretarias de Educação, Meio Ambiente e Serviços de Saneamento dos municípios de: Americana, Amparo, Artur Nogueira/SP, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Campinas, Capivari, Cordeirópolis, Cosmópolis, Extrema/MG, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jaguariúna, Limeira, Louveira, Monte Mor, Nova Odessa, Pedreira, Piracaia, Piracicaba, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Gertrudes, Sumaré, Valinhos e Vinhedo/SP, além de ONGs e empresas da região das Bacias PCJ (ONG Jaguatibaia, Solam, Maestrello Consultoria, Sociedade Humana Despertar, entre outros), Sindicatos Rurais e comunidade em geral.

Americana (SP), 31 de março de 2016.

Mais informações: Consórcio PCJ – (19) 3475-9405 ou ambiental@agua.org.br
       Ana - (19) 98376-8000 ou analuciamicheli@gmail.com
          
     
Juan Piva
MTB – 67.378/SP
Assessoria de Comunicação
Maestrello Consultoria Linguística

quinta-feira, 24 de março de 2016

Unesco aponta que 78% dos empregos no mundo dependem da água

Mesmo não sendo classificado para a etapa de São Paulo do Acelera Startup 2016, o Curso de Empreendedorismo Socioambiental da Maestrello Consultoria tem motivos para comemorar. “Dos 85 projetos selecionados para participar em Americana, apenas dois irão concorrer na Capital. É claro que gostaríamos de estar nesta fase também, mas o que aprendemos aqui será muito útil para o aprimoramento da nossa metodologia”, afirmou a diretora executiva da startup educacional novaodessense, Ana Lúcia Maestrello.
"A cultura da inovação e do empreendedorismo têm que estar presentes na formação do indivíduo, na escola primária já", afirmou o diretor da Inova Paula Souza, Oswaldo Massambani, durante o 8º Acelera Startup
O programa de incentivo à criação de empresas e desenvolvimento de projetos inovadores da área é promovido anualmente pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e conta com palestras, mentorias de especialistas, painel com agências de fomento e mediação, além de premiar as melhores ideias de empreendedorismo.
A Paróquia São Jorge foi parceira do projeto por ceder uma sala para a realização das aulas.
Esse piloto foi executado por meio da Oscip IEMA, com patrocínio das empresas Michibel, Ello e Maestrello
Já o curso objetiva que seus participantes apresentem soluções inovadoras, após analisarem a crise hídrica em suas comunidades, o que pode garantir a eles: geração de renda, conservação da água e a sensibilização ambiental dos seus clientes. O piloto foi realizado de forma gratuita para adolescentes de 13 a 17 anos, moradores da região do Jardim São Jorge, em Nova Odessa (SP), no ano passado. Em 40 horas, o projeto foi encarado pelos alunos como grande oportunidade de sucesso profissional, com responsabilidade pelo meio ambiente.
Atualmente, a proposta está sendo trabalhada no Colégio Externato Rio Branco, de São Bernardo do Campo (SP), por meio do método Maestrello. “A escola conta com a nossa consultoria desde 2012 e está aprovando o projeto”, destacou Ana.
Vale ressaltar que a edição deste ano do Relatório Mundial das Nações Unidas para o Desenvolvimento de Recursos Hídricos, produzido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), apontou, na última terça-feira (22 de março) - Dia Mundial da Água -, que 78% dos empregos que constituem a força de trabalho mundial são dependentes dos recursos hídricos.
A Unesco estima que 42% do total da força de trabalho mundial são altamente dependentes da água. Entre os setores mais atingidos estão: agricultura, indústria, silvicultura, pesca e aquicultura, mineração, suprimento de água e saneamento - esta categoria também inclui empregos em áreas como cuidados de saúde, turismo e áreas de gestão de ecossistemas.
Foto: Divulgação / Agência Brasil
Também foi estimado que 6% do total da força de trabalho no mundo são moderadamente dependentes dos recursos hídricos. Setores para os quais a água é um componente necessário em suas cadeias de valores, como: construção, recreação e transporte.

Mais informações: Ana - (19) 98376-8000 ou analuciamicheli@gmail.com
          
     
Juan Piva
MTB – 67.378/SP
Assessoria de Comunicação
Maestrello Consultoria Linguística

quinta-feira, 17 de março de 2016

Curso de Empreendedorismo Socioambiental é selecionado para o 8º Acelera Startup

O Curso de Empreendedorismo Socioambiental da Maestrello Consultoria foi selecionado para participar do 8º Acelera Startup, programa de incentivo à criação de empresas e que premia projetos inovadores da área. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o concurso chega pela primeira vez à região de Americana (SP), e será realizado em meio à Semana do Jovem Empreendedor (SJE).
Segundo Oswaldo Delfin Nogueira, diretor estadual adjunto da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), realizadora da SJE, o Acelera Startup recebeu inscrições de projetos de todo o Brasil, mas seu objetivo é fortalecer o empreendedorismo local e reconhecer as ideias mais promissoras para o desenvolvimento econômico do país.
O concurso acontece entre amanhã e sábado (19) no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Americana, e contará com palestras, mentorias de especialistas, painel com agências de fomento e mediação, além de premiar as melhores ideias de empreendedorismo. Para a coordenadora do curso e diretora executiva da consultoria educacional novaodessense, Ana Lúcia Maestrello, o evento também será uma oportunidade de networking e de investimento para acelerar negócios de interesse público.
“A participação no 8º Acelera Startup pode dar diretrizes para melhorarmos nosso projeto. Por estarmos num ambiente de especialistas, que podem requalificá-lo, já considero um grande ganho essa seleção, mas uma nova premiação seria ainda mais especial”, afirma Ana.
O Curso de Empreendedorismo Socioambiental objetiva que seus participantes apresentem soluções inovadoras, após analisarem a crise hídrica em suas comunidades, o que pode garantir a eles: geração de renda, conservação da água e a sensibilização ambiental de seus clientes.
A Paróquia São Jorge foi parceira do projeto por ceder uma sala para a realização das aulas.
Esse piloto foi executado por meio da Oscip IEMA, com patrocínio das empresas Michibel, Ello e Maestrello
A primeira edição do projeto foi realizada de forma gratuita para adolescentes de 13 a 17 anos, moradores da região do Jardim São Jorge, em Nova Odessa (SP), no ano passado. Em 40 horas, o curso foi encarado pelos alunos como grande oportunidade de sucesso profissional, com responsabilidade pelo meio ambiente.
“A seleção também dará maior projeção ao projeto junto aos jovens, público-alvo da SJE e que também foi o foco do evento que premiou outro curso nosso, já que o Ministério do Meio Ambiente está incentivando uma maior participação da juventude na direção da Economia Verde, um dos objetivos do Empreendedorismo Socioambiental ministrado pela Maestrello”, reforça ela.

Saiba mais: Ciesp Americana - (19) 3478-1060 ou suporte@ciespamericana.com.br
        Ana - (19) 98376-8000 ou analuciamicheli@gmail.com
     

Juan Piva
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segunda-feira, 14 de março de 2016

A Literatura como base para a EA e para o Empreendedorismo Socioambiental

Há mais de quatro anos, a consultora educacional novaodessense, Ana Lúcia Maestrello, desloca-se para São Bernardo do Campo (SP) com o objetivo de acelerar a aprendizagem de aproximadamente 900 alunos do Colégio Externato Rio Branco. Os 150 Km dessa viagem têm velocidade controlada, mas a metodologia de ensino de sua empresa social não tem limites quando o assunto é geração de conhecimento.
Momento da atividade do 4º ano do Ensino Fundamental I
Foto: Divulgação/Externato Rio Branco
A Maestrello Consultoria, startup dirigida pela linguista com formação da Unicamp, utiliza-se da Literatura para promover a Educação e o Empreendedorismo com respeito ao Meio Ambiente. Reconhecidos e premiados em âmbito nacional, os cursos da empresa fazem sucesso por onde passam. “O trabalho de literatura, em parceria com a Maestrello, está a todo vapor! Hoje [10] foi dia de sondagem: os alunos do 4º ano apresentaram o que conhecem ou imaginam acontecer na história O Mágico de Oz”, celebrou publicamente a direção do Externato Rio Branco.
Estudantes exibem seus trabalhos, referentes ao 2º passo do método Maestrello
Foto: Divulgação/Externato Rio Branco
A empresa desenvolve sua metodologia desde 2012 no colégio, ensinando aos educadores oito técnicas para execução de seu trabalho: comportamento de leitor, sondagem, decoração da sala, antecipação linguística, leitura, atividades de inteligência social, seminários e narrativa - que é avaliada em forma de simulado, e tem proporcionado resultados positivos para todos os envolvidos no processo de ensino/aprendizagem.
No último sábado (12), os projetos da consultoria foram temas de uma formação da equipe pedagógica da escola. “Nossos cursos de Literatura Socioambiental e Empreendedorismo Socioambiental foram apresentados para cerca de 30 educadoras, que foram orientadas sobre a possibilidade de discutir a EA [Educação Ambiental] a partir da análise de obras literárias, já estimulando o desenvolvimento de ‘alunos/empresários’ preocupados com a sustentabilidade hídrica de seus negócios”, informou Ana.
Momento da formação das discentes, ministrada pela diretora executiva da consultoria
“Hoje, no momento da leitura, nós estamos trabalhando de uma forma muito mais focada, com mais sentidos, fazendo com que nossos alunos se tornem mais críticos. O método aumenta o vocabulário, o conhecimento da parte história da obra, o que permite uma aprendizagem mais completa, pois, quando temos a formação, enquanto pedagogas, trabalhamos as partes emocional e intelectual, e, no momento da leitura, com a metodologia, nós fazemos tudo isso – se torna um projeto interdisciplinar, trabalhando a leitura, então acaba contemplando todas as áreas necessárias para o desenvolvimento da criança e para a aquisição do conhecimento”, ressaltou a professora do 1º ano do Fundamental I, Vivian Minatti.
Para a educadora da 2ª série desse mesmo nível de ensino, Romina Sano Sarmazo, a proposta da Literatura Socioambiental é “surpreendente, porque não tinha visto esse conteúdo nem como introdução para o Ensino Básico, e aqui ele está sendo apresentado de um jeito muito claro para as crianças, fácil de entenderem e colocarem em prática”.
“Achei muito interessante o projeto, especialmente por poder ser trabalhado com os estudantes do Integral o valor da água. Eles vão levar esse conhecimento para além da sala de aula, o que vai ajudar o mundo”, disse a orientadora Ursula Ambrosio.
As formações da Maestrello alinham teoria e prática, para facilitar a disseminação do conhecimento
Fundada em 2008, a Maestrello é uma empresa social que objetiva disseminar o conhecimento para atender o interesse público e acelerar o processo de aprendizagem, utilizando-se da Linguística como pilar fundamental para sustentar sua causa. A consultoria educacional também trabalha por uma natureza mais equilibrada e sociedades sustentáveis, graças à sua força comunicativa.

Mais informações: Ana - (19) 98376-8000 ou analuciamicheli@gmail.com
Coordenação Pedagógica do RB - (11) 4368-0555 ou pedagogico.daniela@rbranco.com.br

     
Juan Piva
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Projetos de educação ambiental serão destaque em evento empresarial e livro do PCJ

O Curso de Empreendedorismo Socioambiental da Maestrello Consultoria foi selecionado para participar do 8º Acelera Startup, programa de incentivo à criação de empresas e que premia projetos inovadores da área. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o concurso chega pela primeira vez à região de Americana (SP), e será realizado em meio à Semana do Jovem Empreendedor (SJE).
Segundo Oswaldo Delfin Nogueira, diretor estadual adjunto da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), realizadora da SJE, o Acelera Startup recebeu inscrições de projetos de todo o Brasil, mas seu objetivo é fortalecer o empreendedorismo local e reconhecer as ideias mais promissoras para o desenvolvimento econômico do país.
O concurso acontece nos dias 18 e 19 deste mês no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Americana, e contará com palestras, mentorias de especialistas, painel com agências de fomento e mediação, além de premiar as melhores ideias de empreendedorismo. Para a coordenadora do curso e diretora executiva da consultoria, Ana Lúcia Maestrello, o evento também será uma oportunidade de networking e de investimento para acelerar negócios de interesse público.
Mais visibilidade
A repercussão de projetos da startup de geração de conhecimento e aceleração da aprendizagem têm superado as expectativas de Ana. “Ontem [8] fomos convidados para participar da revisão do livro ‘A história contada por nós mesmos’, que vai apresentar práticas significativas de educação ambiental nas bacias hidrográficas da região, e, para nossa honra, falará sobre uma ação desenvolvida pela Maestrello para a conservação da água”, comenta ela.
Em reunião na sede do Consórcio das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), membros da Câmara Técnica de Educação Ambiental (CT-EA) fizeram a leitura dos capítulos II e IV da obra - que divulgam os Comitês PCJ e os trabalhos educativos socioambientais encaminhados pelos participantes da CT-EA - e sugeriram correções textuais.
De acordo com a gerente técnica do Consórcio PCJ, Andréa Borges, a ideia inicial dessa publicação era de fazer um levantamento das atividades de EA que foram realizadas nas bacias hidrográficas, desde a implantação dos Comitês PCJ.Porém, conforme as pesquisas foram sendo realizadas, começamos a debater de que forma poderíamos ampliar a divulgação dos resultados, visto que enxergamos nessa iniciativa um enorme potencial para alavancar outras ações de educação ambiental nas bacias. Após uma primeira apresentação do projeto para a CT-EA, chegou-se à conclusão de que esse levantamento poderia ser transformado em um livro, trazendo assim uma sensação de maior pertencimento aos membros da câmara técnica, que muito contribuíram para a construção dos processos educativos diagnosticados em nossa região. Além disso, após o lançamento da obra - prevista para agosto -, esperamos que mais e mais pessoas sejam inspiradas, através da troca de experiências, contribuindo assim com o fortalecimento das ações de educação ambiental nas bacias PCJ”, diz Andréa.
Juan Piva é suplente de Ana na CT-EA e representou a Maestrello na revisão
“As oficinas de Empreendedorismo Socioambiental e Literatura Socioambiental que realizamos no consórcio, em 2015, deram maior visibilidade para o método Maestrello, o que tem garantido premiações importantes para nossa empresa social. Esperamos que o curso figure entre os destaques do 8º Acelera Startup e que o projeto ‘Água: Nossa Preocupação’ seja mesmo um instrumento multiplicador de práticas educativas ambientais, a partir de sua exposição no livro A história contada por nós mesmos”, ressalta a diretora da startup educacional de Nova Odessa (SP).

Contatos: Ciesp Americana - (19) 3478-1060 ou suporte@ciespamericana.com.br
    Consórcio PCJ - (19) 3475-9405 ou andrea.borges@agua.org.br
                Ana - (19) 98376-8000 ou analuciamicheli@gmail.com
     

Juan Piva
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Maestrello Consultoria Linguística